terça-feira, 13 de outubro de 2015

O Tempo do Amor



O amor e a dor não têm relógio,
nem de pulso nem de bolso, quer seja para chegar,
quer seja para partir.
Fazem-no como se o coração tivesse nome de porta aberta
e o peito fosse um mar sem fundo, um mundo sem chave,
ou um relógio sem tempo
p’ra tudo ter o seu tempo de poder acontecer.

                    *                  

1 comentário:

  1. Anónimo10:33:00

    Estás a produzir com pouca frequência mas com a qualidade a que nos habituaste!

    Abraço

    Rui

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