sábado, 22 de junho de 2013

Versos de Amor

 

Vivo mais um Domingo de manhã e

tenho a incerteza no olhar.

 

Na folha quase em branco à minha frente,

há versos de um poema que me esqueci de escrever

para alguém que por descuido ou indiferença,

se esqueceu de me amar.

 

 (…) Não sei, nunca lhe perguntei, se viver o amor lhe doía,

ou se a caso era eu que não lhe importava.

Mas deixo por alguém versos à solta,

na folha sem poema pousada à minha frente;

como um origami sem vida,

como um amor sem história,

como um começo sem fim.

 

*

 

 

Esta é a minha interpretação de “Versos de Amor”,

tema original de Carlos Paião.

 

Nota: Por motivos técnicos, os quais dispunha na altura, a qualidade de som neste tema não é a melhor.

 

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