terça-feira, 28 de maio de 2013

Somente Tudo

 

Tenho a mente cheia de versos, poemas, palavras;

algumas pétalas de rosas, cristais e

amores lunares…

e um não sei quê que era qualquer coisa que

até agora não entendi.

 

Só sei que, não me despejo de sonhos, desejos e loucuras;

afinal de contas, quando fiquei só,

aquilo que restou foi a incerteza e o frio

da ausência que me deixaram como companhia…

e o sentido de escrever,

e os livros nas estantes,

e o nada que me foi tudo;

 

o porto de abrigo no meio da tempestade, que nem mesmo o tempo abrandou.

 

*

 

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